O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, enfatizou que a Petrobras está lidando com novas demandas, mesmo sem considerar o crescimento. Recursos convencionais exigem técnicas de recuperação mais intensas; descobrir e desenvolver áreas menores requer o uso de tecnologias e ajustes diferentes; e produzir no pré-sal, no ártico e na região do terciário inferior do Golfo do México está gerando desafios tecnológicos.
Durante a CERAWeek, terça-feira (09/03), em Houston, Texas. A conferência, cujo tema é “Energia: construindo um novo futuro”, foca em discutir as oportunidades críticas e os desafios que a indústria global da energia terá de enfrentar.
Gabrielli enfatizou que recursos convencionais exigem técnicas de recuperação mais intensas; descobrir e desenvolver áreas menores requer o uso de tecnologias e ajustes diferentes; e produzir no pré-sal, no ártico e na região do terciário inferior do Golfo do México está gerando desafios tecnológicos.
Embora o surgimento de tecnologias revolucionárias não seja uma exigência para solucionar desafios novos, é importante melhorar as tecnologias atuais. A cadeia de suprimento também deve ser desenvolvida. Segundo Gabrielli, a Petrobras precisará de 58 novas sondas nos próximos dez anos. A capacidade dos fornecedores de prover os bens e serviços necessários para ir de encontro a essas demandas afetará a capacidade global de produzir os recursos necessários.
Segundo o executivo, a disponibilidade de biocombustíveis aumentará no futuro, mas não o suficiente para substituir a demanda do mercado pelos tradicionais combustíveis fósseis. No Brasil, 51% do combustível utilizado já é o etanol, enquanto a gasolina é a energia alternativa. Até 2015, estima-se que dois terços dos automóveis brasileiros rodarão com etanol. A Petrobras já tem um mercado maduro no Brasil.